segunda-feira, 23 de maio de 2011

O Prazer de Servir

Este post está um pouco atrasado. Domingo, dia 15/05, eu estava bem mais inspirada para escrever no blog, mas eu não queria estragar a espiritualidade do dia com a internet. Eu não ia só postar aqui, ia dar uma passadinha no facebook, orkut... então nem entrei!!

Bom, quero falar hoje sobre a Obra Missionária. Trabalho que meu amor faz integralmente e voluntáriamente lá em João Pessoa.
Domingo fui para a ala Casa Grande, Estaca Casa Grande, São Paulo para uma divisão com as Sisteres da ala. Sister Santos de Souza, Sister J. Santos e Sister Machado. Fiquei com Sister Santos de Souza que foi minha ultima companheira na missão.
A princípio, eu não queria ir. O dia estava frio, eu não tinha almoçado ainda e a preguiça estava rolando solta. Mas criei coragem e fui.
O primeiro sentimento que tive de rever minha querida amiga foi de alegria. Sister Santos foi uma ótima companheira. Irmã mesmo. Saímos da capela e fomos comer em casa. Lembrei do tempo que os almoços caíam e ela ia pro fogão cozinhar, ela ama.
Quando saímos para ensinar, eu só queria chorar. O tempo todo. Eu sentia um espírito tão bom de estar servindo que estava difícil me controlar. Eu estava feliz, sentia uma paz imensa e o amor do Salvador fluindo em mim, da cabeça aos pés.
Choveu enquanto estávamos na rua, mas eu não me importava. A felicidade de estar servindo ao Senhor era tão grande que nem o frio e a chuvinha congelante me desanimaram. Todos os bons sentimentos que eu tinha quando era uma missionária de tempo integral voltaram com força neste dia. Não encontramos todas as pessoas e lembrei dos sentimentos de frustração também.
Essas poucas horas com minha amiga fizeram-me lembrar de minha escritura favorita na época de minha missão:
"E ninguém pode participar desta obra, a menos que seja humilde e cheio de amor, tendo ,    
esperança e caridade, sendo temperante em todas as coisas, em tudo o que lhe for confiado." 
D&C 12:8

Todos os bons sentimentos que eu tinha quando era uma missionária, a conexão forte com o Espírito Santo que eu tinha 24hrs eu pude sentir nas 4hrs de divisão com as sisters de Casa Grande.


Me perguntei várias vezes porquê eu deixei de sentir isso. Porquê nós membros da igreja as vezes nos preocupamos apenas com nosso próprio umbigo quando há milhares de pessoas com problemas bem maiores que os nossos, afnal, elas não têm o evangelho em suas vidas. Cabe a nós, membros ajudar os missionários neste trabalho árduo porém compensador.
Entendo que as vezes nos sentimos fracos e nos faltam forças para resgatar os outros. Mas lembrem-se sempre do que diz em Mateus 25:40: " Quando fizestes a um destes pequeninos, a mim o fizestes".

Estamos rodeados de pessoas que precisam de ajuda, tanto espiritual quanto física e material. As vezes uma conversa de 15 minutos, ler as escrituras para quem não pode ler por algum motivo, convidar um amigo para ir a igreja, lavar uma louça, costurar uma roupa, doar uma parte do seu tempo para servir de alguma forma ajuda-nos a conhecer o Salvador, a sentir o amor d'Ele por nós. É sobrenatural o que se sente quando está ajudando alguém. Definitivamente, beneficiamos mais a nós mesmos do que a pessoa a quem ajudamos.

Para as que esperam seus élderes, não fiquem paradas. Sirvam! Sintam todo o amor do Senhor por nós, tenham uma conexão forte com Ele assim como seus amores estão sentindo 24hrs em suas missões.
Tenho um exemplo lindo de uma namorada de missionário, que agora é minha amiga, que em seu curto perído de férias do trabalho foi servir uma missão de curto prazo.
 Ela poderia ter ido viajar ou simplesmente descansar. Mas, não. Preferiu dedicar todo o seu tempo descanso para ajudar a estabelecer o reino de Deus na Terra. A Evelyn, seu nome, é um exemplo de força, de coragem, de solicitude e amor ao próximo. Que todas nós sigamos seu exemplo, que seja simplesmente para dar um cartão da amizade a um amigo ou a dedicar uma tarde de domingo para ajudar os anjos do Senhor nessa obra maravilhosa. Que todas nós procuremos oportunidades de sermos instrumentos nas mãos de nosso Pai Celestial.
Faço minhas as palavras do presidente Thomas S. Monson e com elas encerro este post:

"Meus irmãos e irmãs, estamos cercados por pessoas que necessitam de nossa atenção, de nosso incentivo, de nosso apoio, de nosso consolo e de nossa bondade — sejam familiares, amigos, conhecidos ou estranhos. Somos as mãos do Senhor aqui na Terra, com o encargo de servir e edificar Seus filhos. Ele precisa de cada um de nós”. ( Thomas S. Monson, “O Que Fiz Hoje por Alguém?”, A Liahona, novembro de 2009, p. 86)

Com amor,
Li Menezes.







segunda-feira, 23 de maio de 2011

O Prazer de Servir

Este post está um pouco atrasado. Domingo, dia 15/05, eu estava bem mais inspirada para escrever no blog, mas eu não queria estragar a espiritualidade do dia com a internet. Eu não ia só postar aqui, ia dar uma passadinha no facebook, orkut... então nem entrei!!

Bom, quero falar hoje sobre a Obra Missionária. Trabalho que meu amor faz integralmente e voluntáriamente lá em João Pessoa.
Domingo fui para a ala Casa Grande, Estaca Casa Grande, São Paulo para uma divisão com as Sisteres da ala. Sister Santos de Souza, Sister J. Santos e Sister Machado. Fiquei com Sister Santos de Souza que foi minha ultima companheira na missão.
A princípio, eu não queria ir. O dia estava frio, eu não tinha almoçado ainda e a preguiça estava rolando solta. Mas criei coragem e fui.
O primeiro sentimento que tive de rever minha querida amiga foi de alegria. Sister Santos foi uma ótima companheira. Irmã mesmo. Saímos da capela e fomos comer em casa. Lembrei do tempo que os almoços caíam e ela ia pro fogão cozinhar, ela ama.
Quando saímos para ensinar, eu só queria chorar. O tempo todo. Eu sentia um espírito tão bom de estar servindo que estava difícil me controlar. Eu estava feliz, sentia uma paz imensa e o amor do Salvador fluindo em mim, da cabeça aos pés.
Choveu enquanto estávamos na rua, mas eu não me importava. A felicidade de estar servindo ao Senhor era tão grande que nem o frio e a chuvinha congelante me desanimaram. Todos os bons sentimentos que eu tinha quando era uma missionária de tempo integral voltaram com força neste dia. Não encontramos todas as pessoas e lembrei dos sentimentos de frustração também.
Essas poucas horas com minha amiga fizeram-me lembrar de minha escritura favorita na época de minha missão:
"E ninguém pode participar desta obra, a menos que seja humilde e cheio de amor, tendo ,    
esperança e caridade, sendo temperante em todas as coisas, em tudo o que lhe for confiado." 
D&C 12:8

Todos os bons sentimentos que eu tinha quando era uma missionária, a conexão forte com o Espírito Santo que eu tinha 24hrs eu pude sentir nas 4hrs de divisão com as sisters de Casa Grande.


Me perguntei várias vezes porquê eu deixei de sentir isso. Porquê nós membros da igreja as vezes nos preocupamos apenas com nosso próprio umbigo quando há milhares de pessoas com problemas bem maiores que os nossos, afnal, elas não têm o evangelho em suas vidas. Cabe a nós, membros ajudar os missionários neste trabalho árduo porém compensador.
Entendo que as vezes nos sentimos fracos e nos faltam forças para resgatar os outros. Mas lembrem-se sempre do que diz em Mateus 25:40: " Quando fizestes a um destes pequeninos, a mim o fizestes".

Estamos rodeados de pessoas que precisam de ajuda, tanto espiritual quanto física e material. As vezes uma conversa de 15 minutos, ler as escrituras para quem não pode ler por algum motivo, convidar um amigo para ir a igreja, lavar uma louça, costurar uma roupa, doar uma parte do seu tempo para servir de alguma forma ajuda-nos a conhecer o Salvador, a sentir o amor d'Ele por nós. É sobrenatural o que se sente quando está ajudando alguém. Definitivamente, beneficiamos mais a nós mesmos do que a pessoa a quem ajudamos.

Para as que esperam seus élderes, não fiquem paradas. Sirvam! Sintam todo o amor do Senhor por nós, tenham uma conexão forte com Ele assim como seus amores estão sentindo 24hrs em suas missões.
Tenho um exemplo lindo de uma namorada de missionário, que agora é minha amiga, que em seu curto perído de férias do trabalho foi servir uma missão de curto prazo.
 Ela poderia ter ido viajar ou simplesmente descansar. Mas, não. Preferiu dedicar todo o seu tempo descanso para ajudar a estabelecer o reino de Deus na Terra. A Evelyn, seu nome, é um exemplo de força, de coragem, de solicitude e amor ao próximo. Que todas nós sigamos seu exemplo, que seja simplesmente para dar um cartão da amizade a um amigo ou a dedicar uma tarde de domingo para ajudar os anjos do Senhor nessa obra maravilhosa. Que todas nós procuremos oportunidades de sermos instrumentos nas mãos de nosso Pai Celestial.
Faço minhas as palavras do presidente Thomas S. Monson e com elas encerro este post:

"Meus irmãos e irmãs, estamos cercados por pessoas que necessitam de nossa atenção, de nosso incentivo, de nosso apoio, de nosso consolo e de nossa bondade — sejam familiares, amigos, conhecidos ou estranhos. Somos as mãos do Senhor aqui na Terra, com o encargo de servir e edificar Seus filhos. Ele precisa de cada um de nós”. ( Thomas S. Monson, “O Que Fiz Hoje por Alguém?”, A Liahona, novembro de 2009, p. 86)

Com amor,
Li Menezes.